RUBRICA: EXEMPLOS DE VIDA
(Nova rubrica no blog projecto pegada verde)
"Nasceu a 1 de Abril de 1788 em Capriglio (Itália) e desde jovem foi uma grande trabalhadora. Não frequentou a escola, mas adquiriu uma grande sabedoria na oração.
Em 1812 casou com Francisco Bosco, um viúvo de 27 anos e com um filho de 3 anos. Em 1815 nasceu João Bosco. Passados dois anos, morreu-lhe o marido, vítima de uma pulmonia.
Margarida, apenas com 29 anos, e em tempos de carestia, ficou a única responsável por cuidar da sogra e dos seus três filhos. Enfrentou com fortaleza esta situação, graças à sua grande fé no amor de Deus.
Margarida foi uma mãe que, na educação dos filhos, conseguiu conjugar paternidade e maternidade, doçura e firmeza, vigilância e confiança, familiaridade e diálogo. Viu que João tinha vocação para ser padre. Por isso, acompanhou-o maternalmente até à ordem sacerdotal. Nesse dia, a recomendação materna: "VIVE POBREMENTE. O IMPORTANTE É SALVAR ALMAS".
Dom Bosco fundou em Turim a sua Obra para os rapazes pobres e abandonados. Margarida foi para lá ajudá-lo, fazendo do Oratório uma família. Passados dez anos, no dia 25 de Novembro de 1856, partiu para o Céu.
No ano de 2006 foi declarada Venerável: Margarida, a mãe de Dom Bosco, é modelo de vida sobretudo para as mães.
Pedrosa Ferreira"
Retirado de:
Cavaleiro da Imaculada, Ano 48, N.º 896, Novembro de 2008 (Versão imprensa-Publicação periódica mensal)
Antes de imprimir por favor pense em sua responsabilidade e compromisso com o meio ambiente REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR. O PLANETA E AS GERAÇÕES FUTURAS AGRADECEM. Mais blog's do autor: www.brilhodepetrus.blogspot.com www.semprenoticiaspositivas.blogspot.com www.espiritosagradoindiosamericanos.blogspot.com www.fazcrescerportugalideiascriativas.blogspot.com
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
RECEITAS SAUDÁVEIS E ECONÓMICAS
Para pessoas que se preocupam com a saúde, com o meio-ambiente e com as finanças.
Retirado de:
http://www.pea.org.br/educativo/receitas_saudaveis.doc
Retirado de:
http://www.pea.org.br/educativo/receitas_saudaveis.doc
terça-feira, 18 de novembro de 2008
QUASE UM TONELADA DE LIXO
RECOLHIDA AO LARGO DAS BERLENGAS
"Foi reunida quase uma tonelada de resíduos numa acção de recolha subaquática ao largo da Reserva Natural das Berlengas. A operação aconteceu no passado dia 15 de Novembro.
O "ProjectMar" não pára!!!
o “ProjectMar” levou a cabo mais uma acção de limpeza subaquática na Reserva Natural das Berlengas no passado sábado, dia 15 do corrente numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Peniche e que envolveu 5 Centros de Mergulho, nomeadamente, Aquaoeste, Divetek, Haliotis, AKtiveOcean e Berlenga sub com um total de 83 mergulhadores participantes.
Da iniciativa resultou a recolha de 930,5 Kg de resíduos distribuídos pelas seguintes classes:
Indiferenciado - 260 Kg
Vidro – 209,5 Kg
Plástico – 37 Kg
Metal – 424 Kg
Assim sendo, o “ProjectMar”conta já com 18 escolas de mergulho aderentes e com duas acções realizadas, nomeadamente Sesimbra e Berlengas – Peniche, tendo promovido a recolha de 1940 Kg de resíduos abandonados no meio subaquático, tendo obtido os seguintes totais por tipo de resíduo:
Indiferenciado – 850,3 Kg
Metal – 720,0 Kg
Vidros – 239,5 Kg
Plástico – 125,7 Kg
Madeira – 5 Kg
Naturalmente não podemos deixar de manifestar a nossa satisfação nos resultados obtidos pelo que os mesmo nos motivam para novas acções a levar a cabo em 2009 ao longo da Costa Portuguesa, sendo que a próxima já se encontra agendada para Fevereiro próximo, desta feita, na região do Algarve."
TRABALHO DE LOUVAR! BEM HAJA A TODOS PELA PROTECÇÃO E DEFESA DO MEIO AMBIENTE!
Abraço do Projecto Pegada Verde
Retirado de:
http://www.projectmar.eu/
"Foi reunida quase uma tonelada de resíduos numa acção de recolha subaquática ao largo da Reserva Natural das Berlengas. A operação aconteceu no passado dia 15 de Novembro.
O "ProjectMar" não pára!!!
o “ProjectMar” levou a cabo mais uma acção de limpeza subaquática na Reserva Natural das Berlengas no passado sábado, dia 15 do corrente numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Peniche e que envolveu 5 Centros de Mergulho, nomeadamente, Aquaoeste, Divetek, Haliotis, AKtiveOcean e Berlenga sub com um total de 83 mergulhadores participantes.
Da iniciativa resultou a recolha de 930,5 Kg de resíduos distribuídos pelas seguintes classes:
Indiferenciado - 260 Kg
Vidro – 209,5 Kg
Plástico – 37 Kg
Metal – 424 Kg
Assim sendo, o “ProjectMar”conta já com 18 escolas de mergulho aderentes e com duas acções realizadas, nomeadamente Sesimbra e Berlengas – Peniche, tendo promovido a recolha de 1940 Kg de resíduos abandonados no meio subaquático, tendo obtido os seguintes totais por tipo de resíduo:
Indiferenciado – 850,3 Kg
Metal – 720,0 Kg
Vidros – 239,5 Kg
Plástico – 125,7 Kg
Madeira – 5 Kg
Naturalmente não podemos deixar de manifestar a nossa satisfação nos resultados obtidos pelo que os mesmo nos motivam para novas acções a levar a cabo em 2009 ao longo da Costa Portuguesa, sendo que a próxima já se encontra agendada para Fevereiro próximo, desta feita, na região do Algarve."
TRABALHO DE LOUVAR! BEM HAJA A TODOS PELA PROTECÇÃO E DEFESA DO MEIO AMBIENTE!
Abraço do Projecto Pegada Verde
Retirado de:
http://www.projectmar.eu/
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
ECO RESÍDUOS
(...) Limpezas,recolha e tratamento de resíduos
Recolha - reciclagem de resíduos para reutilizar resíduos e reduzir resíduos no Ambiente.
Na nossa sociedade, é produzido actualmente toneladas de resíduos industriais e urbanos, sendo o destino de alguns os aterros outros são encaminhados para a reciclagem a recolha para reciclagem ou tratamento é uma forma saudável de tratar o ambiente, por esse razão é muito importante para todos a realização da recolha selectiva para reciclagem para a valorização, como a recolha selectiva de perigosos para tratamento ou destruição.
A recolha de resíduos de uma forma selectiva é a melhor forma de se conseguir uma recolha eficaz para a reciclagem dos resíduos que produzimos e para um tratamento adequado dos que não se podem reciclar. (...)"
Recolha - reciclagem de resíduos para reutilizar resíduos e reduzir resíduos no Ambiente.
Na nossa sociedade, é produzido actualmente toneladas de resíduos industriais e urbanos, sendo o destino de alguns os aterros outros são encaminhados para a reciclagem a recolha para reciclagem ou tratamento é uma forma saudável de tratar o ambiente, por esse razão é muito importante para todos a realização da recolha selectiva para reciclagem para a valorização, como a recolha selectiva de perigosos para tratamento ou destruição.
A recolha de resíduos de uma forma selectiva é a melhor forma de se conseguir uma recolha eficaz para a reciclagem dos resíduos que produzimos e para um tratamento adequado dos que não se podem reciclar. (...)"
SITE BASTANTE ÚTIL.
Retirado de: http://eco-residuos.com/
A SOBREVIVÊNCIA DEPOIS DA MORTE
"(...)E a vida continua…não termina com a morte. Que esta, no entanto, seja para o homem, não uma pesada porta que se fecha sobre si mesma, e sim uma leve cortina que se abre para a eternidade. E quando fatalmente vier, que encontre o homem em comunhão consigo mesmo e vivendo na justiça, no amor e na paz… e sobreviverá depois da morte."
Retirado de:
http://www.orecado.org/?p=54
Retirado de:
http://www.orecado.org/?p=54
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
CHIPS NAS MATRÍCULAS = AFRONTA À LIBERDADE DE CADA CIDADÃO?
HOJE SÃO ELES (automovéis), AMANHÃ SEREMOS NÓS (HUMANOS)?
Carta ao Presidente da República - Petição
Retirado de:
http://www.ipetitions.com/petition/siev/index.html
PARA ASSINATURA DE PETIÇÃO CONTRA A INSTALAÇÃO DO CHIP: http://www.ipetitions.com/petition/siev/index.html
(Até à data de 10/11/2008, apenas foi assinado por 1590 cidadãos. Mas todos querem ser escravos? Todos querem fazer parte de um rebanho? Que é controlado e submisso mesmo que se perca a liberdade? Várias são as perguntas que ouvimos no nosso dia-a-dia. E VOCÊ FICARÁ TAMBÉM CALADO? Ou quererá ser OBRIGADO a algo (como a Irlanda) está a ser, a assinar o tratado de Lisboa? Que no fundo nos obriga a abdicar da família, com ainda mais horas de trabalho, remunerações mais baixas, etc? São questões que me chegaram por várias pessoas e que VALE A PENA REFLECTIR..)
Carta ao Presidente da República
CARTA QUE SE ANEXA À PETIÇÃO:
"Exmo Senhor Presidente da República Portuguesa
Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Exmo Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
Foi recentemente anunciada a intenção do governo de criar o Sistema de Identificação Electrónica de Veículos (SIEV), que torna obrigatória a colocação de chips electrónicos nas matrículas de todos os veículos automóveis.
Estes chips, designados de Dispositivos Electrónicos de Matrícula, emitem um sinal (RFID), que é lido e identificado por leitores de vigilância presentes ao longo da estrada; permitindo a identificação de cada veículo que passa nas suas imediações.
Esta tecnologia dá duas capacidades aos serviços, estatais e privados, comissionados para operar o SIEV:
- controlar a circulação de automóveis nas vias sob monitorização, pela identificação de cada veículo;
- após detecção, fazer cobranças automáticas aos proprietários dos veículos pela circulação nessas vias.
As intenções do governo foram reforçadas a 18/06/2008, quando os votos solitários da maioria absoluta socialista no Parlamento fizeram aprovar o Decreto nº240/X, dando ao governo autorização para legislar sobre este assunto.
Como se procurará expor nos pontos abaixo, as premissas deste projecto são ambíguas e questionáveis:
- o SIEV parece ser inútil, até prejudicial, do ponto de vista da facilitação da vida do utente;
- o governo, e os seus parceiros privados neste projecto, passam a deter um poder excessivo e injustificado para controlar, e eventualmente taxar, os veículos;
- o direito à privacidade dos automobilistas é posto em causa;
- e, uma vez mais, pretende-se que os contribuintes portugueses sejam chamados a pagar um projecto governamental megalómano, dispensável, e potencialmente prejudicial para as suas liberdades e direitos elementares.
Analisemos mais detalhadamente o SIEV. As seguintes questões são fulcrais, e é essencial que sejam colocadas pelo público:
1) O SIEV não vai implicar apenas a colocação, intrusiva, de chips nas matrículas. Vai também forçar os contribuintes portugueses a verem o dinheiro dos seus impostos a ser gasto em todo um aparato infra-estrutural. E, como é de bom senso, o dinheiro público não pode ser gasto de um modo excêntrico e irresponsável pelos governantes. Assim, qual a necessidade real que justifica o dispêndio do dinheiro dos contribuintes neste sistema? Existe sequer uma necessidade real?
2) As necessidades alegadas pelo governo são listadas no Decreto nº240/X; e todas são frágeis e questionáveis:
2.1) 'Fiscalização do cumprimento do Código da Estrada e demais legislação rodoviária'
Os sistemas de fiscalização existentes já cumprem estas funções eficazmente; como, aliás, é reconhecido internacionalmente. Senão, recorramos ao principal critério de eficácia neste campo é o da redução da sinistralidade rodoviária. Entre 2001 e 2007, Portugal reduziu a sua taxa de sinistralidade em 42% sendo, a par de França e Luxemburgo, considerado país-modelo pelo Conselho Europeu de Segurança Rodoviária.
Os sistemas actuais obtêm resultados inegavelmente bons e eficazes. Logo, não é razoável alegar que, para as mesmas funções, seja necessário adoptar toda uma infra-estrutura acessória que, além de dispendiosa, exercerá uma influência intrusiva e controladora sobre os indivíduos.
2.2) 'Identificação de veículos para efeitos de reconhecimento de veículos acidentados, abandonados ou desaparecidos' Os meios actuais já dão resposta a estas situações. Mas, e independentemente disso, seria irracional e absurdo alegar que, para precaver excepções, é legítimo controlar intrusivamente todos os veículos.
2.3) 'Cobrança electrónica de portagens em conformidade com o Serviço Electrónico Europeu de Portagem bem como outras taxas rodoviárias e similares'
Repare-se que em Portugal já existe um sistema de cobrança electrónica de portagens - chama-se Via Verde. Como é natural e legítimo, a subscrição desse serviço foi sempre opcional. As pessoas que o vêm como vantajoso, subscrevem-no; e vice-versa. Não é nem o papel nem o direito do governo, o de procurar impor um sistema similar à Via Verde a todos aqueles que, por opção própria e legítima, optaram por não subscrever esse tipo de serviço. Mas o ponto de maior interesse nesta alínea, é o modo como admite que o SIEV servirá para taxar o público - através da cobrança de portagens, mas também de 'outras taxas rodoviárias e similares'. Esta é, naturalmente, uma premissa perigosa. Como é demasiado evidente, dá ao governo - seja ao presente, seja a qualquer governo posterior - o espaço legal para aumentar taxas já existentes, ou mesmo para criar novas taxas; e para, depois, impor o pagamento destas taxas, com o SIEV.
Logo, nenhum destes motivos parece legitimar a implementação de um projecto dispendioso e intrusivo como o SIEV. Mas as reservas em relação a este projecto não ficam por aqui, como os pontos seguintes procuram demonstrar.
3) Sendo um sistema de controlo/vigilância, o SIEV é, por definição, intrusivo na privacidade individual. Os dados recolhidos serão registados em bases de dados estatais e/ou privadas e submetidos a cruzamentos de informação, como é admitido pelo Decreto nº240/X; que estabelece que estas bases de dados serão partilhadas entre órgãos estatais, e cruzadas com outras bases, públicas ou privadas. Mesmo assumindo que a primeira legislação aprovada pelo governo possa procurar salvaguardar a privacidade dos indivíduos - o que não é um dado adquirido -, o facto é que é criada toda uma infra-estrutura de controlo efectivo que, como tal, está sujeita a: - Falhas potencialmente graves (p.ex., partilha ilegal de dados); - Possíveis reenquadramentos legais no futuro, que o possam converter num sistema de controlo mais intrusivo do que aquele que já é pretendido.
O SIEV tem, claramente, um potencial de controlo demasiado elevado para que entidades estatais ou privadas, dele devam fazer uso. Não bastaria exigir que fosse bem utilizado por estas instâncias; é necessário antes que estas instâncias não possam sequer ter a possibilidade de usufruir desta caixa de Pandora.
4) O SIEV transformaria as estradas em gigantescas alfândegas de inspecção e vigilância indiscriminadas; fazendo dos automobilistas suspeitos até prova em contrário. E não é assim que funciona um Estado que se pretende livre e de direito.
Pelos motivos apresentados, o SIEV não parece ser apenas acessório e dispensável; mas também mais um encargo inútil para os contribuintes. E é um evidente tiro no escuro, que pode apresentar sérias implicações para as liberdades dos indivíduos. Não deve, portanto, ser levado a cabo.
Assim, enquanto cidadãos livres, consideramos que o governo tem de colocar um ponto final nas suas intenções, e parar este projecto de imediato. Não passá-lo intransigentemente; não perder mais o seu próprio tempo, e o do público, em campanhas de desinformação e de propaganda; e claro, não procurar passar o projecto de modo dissimulado, através de uma versão atenuada do mesmo.
Simplesmente, colocar um ponto final definitivo no SIEV."
Retirado de:
http://www.ipetitions.com/petition/siev/index.html
E informação mais actualizada sobre este assunto em:
http://www.destak.pt/artigos.php?art=15805
Ou na imprensa escrita:
Jornal Destak e Jornal Global.
Carta ao Presidente da República - Petição
Retirado de:
http://www.ipetitions.com/petition/siev/index.html
PARA ASSINATURA DE PETIÇÃO CONTRA A INSTALAÇÃO DO CHIP: http://www.ipetitions.com/petition/siev/index.html
(Até à data de 10/11/2008, apenas foi assinado por 1590 cidadãos. Mas todos querem ser escravos? Todos querem fazer parte de um rebanho? Que é controlado e submisso mesmo que se perca a liberdade? Várias são as perguntas que ouvimos no nosso dia-a-dia. E VOCÊ FICARÁ TAMBÉM CALADO? Ou quererá ser OBRIGADO a algo (como a Irlanda) está a ser, a assinar o tratado de Lisboa? Que no fundo nos obriga a abdicar da família, com ainda mais horas de trabalho, remunerações mais baixas, etc? São questões que me chegaram por várias pessoas e que VALE A PENA REFLECTIR..)
Carta ao Presidente da República
CARTA QUE SE ANEXA À PETIÇÃO:
"Exmo Senhor Presidente da República Portuguesa
Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Exmo Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
Foi recentemente anunciada a intenção do governo de criar o Sistema de Identificação Electrónica de Veículos (SIEV), que torna obrigatória a colocação de chips electrónicos nas matrículas de todos os veículos automóveis.
Estes chips, designados de Dispositivos Electrónicos de Matrícula, emitem um sinal (RFID), que é lido e identificado por leitores de vigilância presentes ao longo da estrada; permitindo a identificação de cada veículo que passa nas suas imediações.
Esta tecnologia dá duas capacidades aos serviços, estatais e privados, comissionados para operar o SIEV:
- controlar a circulação de automóveis nas vias sob monitorização, pela identificação de cada veículo;
- após detecção, fazer cobranças automáticas aos proprietários dos veículos pela circulação nessas vias.
As intenções do governo foram reforçadas a 18/06/2008, quando os votos solitários da maioria absoluta socialista no Parlamento fizeram aprovar o Decreto nº240/X, dando ao governo autorização para legislar sobre este assunto.
Como se procurará expor nos pontos abaixo, as premissas deste projecto são ambíguas e questionáveis:
- o SIEV parece ser inútil, até prejudicial, do ponto de vista da facilitação da vida do utente;
- o governo, e os seus parceiros privados neste projecto, passam a deter um poder excessivo e injustificado para controlar, e eventualmente taxar, os veículos;
- o direito à privacidade dos automobilistas é posto em causa;
- e, uma vez mais, pretende-se que os contribuintes portugueses sejam chamados a pagar um projecto governamental megalómano, dispensável, e potencialmente prejudicial para as suas liberdades e direitos elementares.
Analisemos mais detalhadamente o SIEV. As seguintes questões são fulcrais, e é essencial que sejam colocadas pelo público:
1) O SIEV não vai implicar apenas a colocação, intrusiva, de chips nas matrículas. Vai também forçar os contribuintes portugueses a verem o dinheiro dos seus impostos a ser gasto em todo um aparato infra-estrutural. E, como é de bom senso, o dinheiro público não pode ser gasto de um modo excêntrico e irresponsável pelos governantes. Assim, qual a necessidade real que justifica o dispêndio do dinheiro dos contribuintes neste sistema? Existe sequer uma necessidade real?
2) As necessidades alegadas pelo governo são listadas no Decreto nº240/X; e todas são frágeis e questionáveis:
2.1) 'Fiscalização do cumprimento do Código da Estrada e demais legislação rodoviária'
Os sistemas de fiscalização existentes já cumprem estas funções eficazmente; como, aliás, é reconhecido internacionalmente. Senão, recorramos ao principal critério de eficácia neste campo é o da redução da sinistralidade rodoviária. Entre 2001 e 2007, Portugal reduziu a sua taxa de sinistralidade em 42% sendo, a par de França e Luxemburgo, considerado país-modelo pelo Conselho Europeu de Segurança Rodoviária.
Os sistemas actuais obtêm resultados inegavelmente bons e eficazes. Logo, não é razoável alegar que, para as mesmas funções, seja necessário adoptar toda uma infra-estrutura acessória que, além de dispendiosa, exercerá uma influência intrusiva e controladora sobre os indivíduos.
2.2) 'Identificação de veículos para efeitos de reconhecimento de veículos acidentados, abandonados ou desaparecidos' Os meios actuais já dão resposta a estas situações. Mas, e independentemente disso, seria irracional e absurdo alegar que, para precaver excepções, é legítimo controlar intrusivamente todos os veículos.
2.3) 'Cobrança electrónica de portagens em conformidade com o Serviço Electrónico Europeu de Portagem bem como outras taxas rodoviárias e similares'
Repare-se que em Portugal já existe um sistema de cobrança electrónica de portagens - chama-se Via Verde. Como é natural e legítimo, a subscrição desse serviço foi sempre opcional. As pessoas que o vêm como vantajoso, subscrevem-no; e vice-versa. Não é nem o papel nem o direito do governo, o de procurar impor um sistema similar à Via Verde a todos aqueles que, por opção própria e legítima, optaram por não subscrever esse tipo de serviço. Mas o ponto de maior interesse nesta alínea, é o modo como admite que o SIEV servirá para taxar o público - através da cobrança de portagens, mas também de 'outras taxas rodoviárias e similares'. Esta é, naturalmente, uma premissa perigosa. Como é demasiado evidente, dá ao governo - seja ao presente, seja a qualquer governo posterior - o espaço legal para aumentar taxas já existentes, ou mesmo para criar novas taxas; e para, depois, impor o pagamento destas taxas, com o SIEV.
Logo, nenhum destes motivos parece legitimar a implementação de um projecto dispendioso e intrusivo como o SIEV. Mas as reservas em relação a este projecto não ficam por aqui, como os pontos seguintes procuram demonstrar.
3) Sendo um sistema de controlo/vigilância, o SIEV é, por definição, intrusivo na privacidade individual. Os dados recolhidos serão registados em bases de dados estatais e/ou privadas e submetidos a cruzamentos de informação, como é admitido pelo Decreto nº240/X; que estabelece que estas bases de dados serão partilhadas entre órgãos estatais, e cruzadas com outras bases, públicas ou privadas. Mesmo assumindo que a primeira legislação aprovada pelo governo possa procurar salvaguardar a privacidade dos indivíduos - o que não é um dado adquirido -, o facto é que é criada toda uma infra-estrutura de controlo efectivo que, como tal, está sujeita a: - Falhas potencialmente graves (p.ex., partilha ilegal de dados); - Possíveis reenquadramentos legais no futuro, que o possam converter num sistema de controlo mais intrusivo do que aquele que já é pretendido.
O SIEV tem, claramente, um potencial de controlo demasiado elevado para que entidades estatais ou privadas, dele devam fazer uso. Não bastaria exigir que fosse bem utilizado por estas instâncias; é necessário antes que estas instâncias não possam sequer ter a possibilidade de usufruir desta caixa de Pandora.
4) O SIEV transformaria as estradas em gigantescas alfândegas de inspecção e vigilância indiscriminadas; fazendo dos automobilistas suspeitos até prova em contrário. E não é assim que funciona um Estado que se pretende livre e de direito.
Pelos motivos apresentados, o SIEV não parece ser apenas acessório e dispensável; mas também mais um encargo inútil para os contribuintes. E é um evidente tiro no escuro, que pode apresentar sérias implicações para as liberdades dos indivíduos. Não deve, portanto, ser levado a cabo.
Assim, enquanto cidadãos livres, consideramos que o governo tem de colocar um ponto final nas suas intenções, e parar este projecto de imediato. Não passá-lo intransigentemente; não perder mais o seu próprio tempo, e o do público, em campanhas de desinformação e de propaganda; e claro, não procurar passar o projecto de modo dissimulado, através de uma versão atenuada do mesmo.
Simplesmente, colocar um ponto final definitivo no SIEV."
Retirado de:
http://www.ipetitions.com/petition/siev/index.html
E informação mais actualizada sobre este assunto em:
http://www.destak.pt/artigos.php?art=15805
Ou na imprensa escrita:
Jornal Destak e Jornal Global.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
TIPOS DE POLUIÇÃO
Consulte todos os tipos de poluição e como evitar neste site bastante ilucidativo:
Retirado de:
http://aprenderbrincando.no.sapo.pt/tipos_de_poluicao.htm
Retirado de:
http://aprenderbrincando.no.sapo.pt/tipos_de_poluicao.htm
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