A 2ª eliminatória decorrerá no próximo dia 3 de Março.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
XIV OLIMPÍADAS DO AMBIENTE JUNTAM 38600 ALUNOS
A 2ª eliminatória decorrerá no próximo dia 3 de Março.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O BEM E O MAL
POLUIÇÃO REDUZ NASCIMENTO DE HOMENS
da Folha de S.Paulo
23/12/2008 - 09h22
A hipótese é que as substâncias químicas --chamadas de desreguladores endócrinos-- presentes nesses poluentes alterem o mecanismo de regulação do eixo hipotálamo-hipófise-gônadas e inibam a fabricação de espermatozóides que carregam o cromossomo Y (que determina o sexo masculino).
Uma análise publicada em outubro passado na revista científica francesa "Gynécologie Obstétrique & Fertilité" diz que há 15 anos diversos estudos epidemiológicos têm demonstrado possíveis associações entre o câncer de mama e os pesticidas que levam na composição desreguladores endócrinos.
Segundo o patologista Paulo Saldiva, pesquisador do Laboratório de Poluição da USP, entre a área menos poluída e a com maior índice de poluição atmosférica, a diferença da proporção de nascimento de bebês do sexo masculino foi de 1%- 51,7% e 50,7%, respectivamente, com 1.180 meninos a menos na área mais poluída. A análise foi feita entre 2001 e 2003.
Segundo o urologista Jorge Hallak, outro autor do estudo, estudos mostram que o cromossomo Y, que define o sexo masculino, é muito sensível à exposição de agentes químicos presentes na atmosfera. "Há uma morte maior da linhagem germinativa que carrega o Y."
Em trabalho experimental, Hallak observou que ratos expostos à poluição ejaculam menos espermatozóides. "A poluição afeta a qualidade e a quantidade de sêmen."
Em Março, o urologista apresentará em congresso em Roma um estudo inédito feito no interior de São Paulo em que demonstra que as cidades onde há maior queima de cana-de-açúcar --monitorada por satélites-- também têm redução do nascimento masculino.
Nas regiões agrícolas do Paraná, o declínio do nascimento de homens é atribuído aos agrotóxicos, segundo estudo da biomédica e pesquisadora da Fiocruz Gerusa Gibson. A análise foi realizada entre 1994 e 2004, com base nos registros do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O município de Jardim Olinda, no noroeste paranaense, registrou a menor proporção de nascimentos de homens no período analisado. Em 1994, teve uma taxa de 62,5% e, dez anos depois, o índice de nascimentos de meninos caiu para 26%.
Segundo Gibson, os agrotóxicos atuam como desreguladores endócrinos porque, entre os mecanismos de ação, têm estrutura molecular semelhante à de hormônios naturais.
Alguns autores, como o inglês Willian H. James, sugerem que não se pode atribuir a responsabilidade pelo declínio na proporção de nascimento masculino só à poluição ambiental, uma vez que não se sabe como seria tal proporção na ausência dessas partículas poluentes.
Retirado de:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u482598.shtml
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
BIOMASSA
Dossier: Biomassa
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
EMPREGOS AMIGOS DO AMBIENTE
Produção e serviços «amigos do ambiente» são negócios lucrativos
Os green jobs estão no caminho certo. As funções, tarefas e trabalhos que têm um impacto significativo na preservação e recuperação da qualidade ambiental, também apelidados green jobs, são cada vez mais numerosos e lucrativos. Este sucesso é sintomático de uma nova economia mais direccionada para a poupança, para a eficácia na utilização de recursos e para a valorização das competências. A tese é defendida pela ILO (Organização Internacional do Trabalho) no seu último relatório «Green Jobs».
Publicado por:
Liliana Marujo Data: 17 de Fevereiro de 2009
Energias renováveis
Actualmente, o sector da produção e difusão de energias renováveis é o que mais postos de trabalho cria e o que deverá crescer mais nos próximos tempos. No total, são cerca de 2,3 milhões trabalhadores a desempenhar funções neste sector.
Sector da Construção
Apesar de ser difícil definir quais as funções, tarefas ou postos de trabalho dentro do sector da construção que possam ser consideradas «verdes», a ILO tentou perceber de que forma o sector tem evoluído em termos mundiais. Os green jobs no sector da construção passam pelo desenvolvimento de edifícios e dos seus componentes (sistema de ventilação, aquecimento de água, equipamento de escritório) energeticamente eficientes, bem como a requalificação de equipamentos mais antigos. Os empregos daqui decorrentes podem ser: arquitectos, projectistas, designers, engenheiros, gestores de projecto com competências na área da eficiência energética e que desenvolvam trabalhos «verdes». A necessidade de aumentar a capacidade de produção de energia por parte dos edifícios e a sua eficácia no uso da energia, são factores determinantes na criação de postos de trabalho.
No entanto, este tipo de funções requer recursos humanos com elevadas qualificações. O relatório da ILO prevê que, com a requalificação da indústria de construção na UE e nos Estados Unidos – tornando-a mais eficiente energeticamente – seria possível criar dois milhões novos postos de trabalho. Para cumprir à risca o objectivo da ETUC (European Trade Union Confederation) de reduzir em 75 por cento as emissões de Co2 para a atmosfera até 2030, deverão ser criados 3,5 milhões novos postos de trabalho.
Sector do Transporte
Este é o maior consumidor de energias fósseis e um dos principais contribuidores para o aquecimento global. Apesar de, no ramo da aviação, já se destacarem importantes avanços na eficiência energética, estes tornam-se insignificantes face à a rápida expansão do negócio. Para conseguir um impacto significativo é preciso continuar promover medidas relativas aos veículos de transporte terrestre.
Actualmente, as unidades de negócio da indústria automóvel destinadas à produção de carros «verde» têm cerca de 25 mil funcionários. Se queremos ver o aumento deste número, é importante definir estratégias baseadas no encurtamento de distâncias, que possa potenciar a utilização de outros tipos de transporte: a pé, de bicicleta ou transportes públicos.
Um dos sistemas que será capaz de criar um maior número de postos de trabalho nos transportes «verdes» deverá ser o «Rapid Bus Transit». Estão a ser desenvolvidos nas principais metrópoles do mundo inteiro, mas para isso será necessário requalificar os sistemas energéticos dos autocarros – o que é outra excelente oportunidade para a criação de postos de trabalho. A requalificação e fabrico de autocarros que funcionem com base em CNG (compressed natural gás) ou em sistemas eléctricos e híbridos são tarefas capazes de criar um elevado número de novos postos de trabalho e já estão a ser levados a cabo em países como a Índia, a China e o Paquistão.
Em Nova Deli, por exemplo, a introdução de 6100 autocarros baseados em sistemas e CNG vai criar 18 mil novos postos de trabalho, de acordo com o relatório da ILO.
Indústria e Reciclagem
As indústrias de extracção e produção de matérias-primas como o aço, alumínio e pasta de papel consomem muita energia e é complicado criar postos de trabalho que se possam chamar «verdes». No entanto, com o aumento da eficiência dos materiais e do uso da energia, bem como da reciclagem de materiais, é possível aumentar o número de funcionários e reduzir o impacto destas indústrias, de acordo com o estudo.
O caso do aço é sintomático. A produção de aço na China representa já 38 por cento da produção mundial. Apesar de terem sido conseguidos alguns resultados, a China fica muito atrás da Coreia do Sul, do Japão e da Europa de Leste no que diz respeito à eficiência energética na produção de aço. A reciclagem de aço poupa cerca de 40 a 75 por cento da energia necessária para extrair a tratar aço.
Uma das boas noticias relaciona-se com a recuperação e re-processamento de resíduos, que neste momento emprega cerca de 2700 pessoas nos Estados Unidos. O estudo compara estes níveis de produtividade com os restantes países e conclui que, se todos fizessem o mesmo, poderiam ser criados no total cerca e 25 mil novos postos de trabalho.
De acordo com a ILO, tornar a indústria do aço mais «verde» e mais competitiva contribuirá de forma activa para a retenção de trabalhadores. Atravessando neste momento uma fase de redução de número de trabalhadores, a introdução de medidas de a criação de postos de trabalho verdes nesta indústria iria obrigar à retenção de trabalhadores. «A iniciativa ULCOS (Ultra-Low Co2 Steelmaking) da União Europeia é um dos projectos que vai obrigar a indústria a adaptar-se e a tornar-se cada vez mais amiga do ambiente», lembra o estudo. Para o fazerem, as empresas precisam de trabalhadores.
O mesmo de passa com a indústria do alumínio. O estudo atesta que está no bom caminho, no entanto ainda há muito por fazer. A chamada produção secundária de alumínio (a separação do alumínio dos compostos através da electricidade) já representa cerca de 22 por cento de toda a produção de alumínio mundial. Este tipo de produção emprega actualmente 13 mil pessoas no Japão, mais de 10 mil na Europa e perto de seis mil nos Estados Unidos.
O caso da indústria do cimento é mais grave. Sendo a responsável por cerca de cinco por cento dos gases com efeitos de estufa emitidos para a atmosfera, não tem conseguido fazer com que os progressos na redução consigam ter impacto face ao aumento da produção e do consumo.
As três principais produtoras de cimento – a Cemex, a LaFarge e a Holcim – já se comprometeram a baixar o consumo de energia em 20 a 25 por cento nos próximos dez anos. O governo chinês também já começou a regulamentar sobre a energia usada no sector, o que deverá começar a ter impacto na criação de novos postos de trabalho. No entanto, o número de postos de trabalho que serão criados não será assim tão significativo, porque irão requerer elevada qualificação, de acordo com o estudo.
O cenário é mais animador no que diz respeito à produção de papel. A criação e aplicação de regras claras por parte dos governos da Alemanha, Japão e Coreia do Sul estão a desencadear um número elevado de programas de reciclagem. Esta é a forma mais eficiente e rápida de criar green jobs, de acordo com o estudo da ILO. Em 2000, existiam cerca de 9 765 postos de trabalho na área do re-processamento de papel, cerca de cinco mil na reciclagem e 1600 na ordenação apenas no Reino Unido. O Banco Mundial estima que em 2002 existissem cerca de mais de 28 mil postos de trabalho na área da reciclagem no Brasil. A Agência de Protecção Ambiental norte-americana estima que mais de 150 mil pessoas estejam empregadas na indústria da reciclagem do papel. A reciclagem de diversos materiais – que não o papel – também parece estar a ganhar cada vez mais importância no mercado de trabalho mundial, de acordo com o estudo ILO.
A organização acredita que são muitos os postos de trabalho associados à recolha e, recuperação, ordenação e processamento de materiais para reciclagem, no entanto os números são difíceis de contabilizar. Os dados relativos à China são de longe os mais concretos. Estima-se que cerca de 1,3 milhões de pessoas desempenham funções no sistema de recolha de lixo ou de materiais recicláveis. O número de indivíduos envolvidos em todo o processo de reciclagem, reutilização e nova fabricação ascende aos 10 milhões. No Brasil, estima-se que meio milhão de pessoas estejam directamente envolvidas nas funções do processo de reciclagem. O número ascende a um milhão quando nos referimos os Estados Unidos.
Em muitos dos países desenvolvidos em que a reciclagem é já uma realidade, muitos dos trabalhos associados à recolha e separação de materiais são pouco valorizados e considerados «sujos». «São trabalhos que visam em primeiro lugar a venda dos matérias separados, do que propriamente a reciclagem per si», diz o relatório.
Alimentação, agricultura e florestação
O futuro dos green jobs nos sectores da agricultura e alimentação é incerto porque vai depender da intervenção do Estado. Em 2006, cerca de 36,1 por cento da população mundial vivia da agricultura. A diminuição face à percentagem de 44,4 relativa ao ano de 1995 não foi assim tão significativa. Estes valores manter-se-ão elevados no futuro, o que significa que as politicas de eficiência ambiental no sector da agricultura terão um impacto enorme no número de green jobs de todo o mundo.
O sector das florestas, que inclui tratamento, plantação e manutenção, é também marcado por um cenário negro, no que diz respeito aos green jobs. As regras e o debate em torno da reflorestação e da manutenção das florestas mundiais tem conseguido exercer alguma pressão. O IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change – definiu algumas medidas para tornar o tratamento e gestão de florestas mais amigo do ambiente: redução da desflorestação e da degradação florestal; conservação das florestas mais importantes; reflorestação e ainda gestão sustentável das florestas. Estas permitem melhorar o impacto dos trabalhos na preservação ambiental e ainda criar ainda mais postos de trabalho nas florestas. O mesmo acontece com os padrões determinados pela Sustainable Forestry Management Certification, que estão a ter um papel cada vez mais importante nesta matéria, fornecendo receitas de impostos adicionais, melhoria nas condições de trabalho e ainda conformidade com os contratos de trabalho. No entanto, alerta o estudo, há que ainda agir no tipo de trabalho realizado nas florestas, já que tende a ser muito mal pago e sazonal. A ILO considera que as medidas tomadas até agora nos diferentes sectores estão a ter resultados benéficos, mas alerta para a necessidade do aumento de pressão por parte dos governos e organizações regulamentares.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
REINO UNIDO LANÇA PROGRAMA PARA RECICLAR FRALDAS DESCARTÁVEIS
20/02/2009 - 12h08
Várias cidades britânicas poderão adotar um esquema para reciclar milhares de toneladas de fraldas descartáveis usadas, transformando-as em produtos que vão de telhas a capacetes para ciclistas. O metano extraído das fraldas é transformado em gás, usado para a geração de energia.
A primeira usina, em Birmigham, deverá entrar em operações em meados de 2010, e estão em discussão planos para outras instalações do tipo nas cidades de Manchester, Liverpool e Londres até 2014.
A usina de Birmigham, que custa o equivalente a US$ 17 milhões, deverá processar 36 mil toneladas de fraldas descartáveis por ano, de acordo com sua operadora, a empresa canadense Knowaste.
As fraldas contém plásticos, fibras, celulose e polímeros absorventes e, de cada tonelada de fraldas reciclada, podem ser extraídos 400 quilos de celulose e 145 metros cúbicos de gás, segundo a Knowaste.
Os bebês usam em média mais de 3.600 fraldas até que aprendem a usar o banheiro. Estima-se que um total de 800 mil toneladas de fraldas por ano --usadas por bebês e pessoas com incontinência-- acabam em aterros sanitários no Reino Unido. Nesses locais, as fraldas podem levar até 500 anos para se decompor, segundo a Knowaste.
A empresa ressalta que os produtos criados a partir da reciclagem são seguros de usar. As fraldas que entrarem na usina serão retalhadas e lavadas. A polpa resultante será tratada quimicamente para que sejam desativados o gel absorvente e para a remoção do plástico. A Knowaste já abriu usinas semelhantes no Canadá e na Holanda.
Retirado de:http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u507182.shtml
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
MARCHA MUNDIAL PELA PAZ E A NÃO VIOLÊNCIA
Porque a fome no mundo pode ser resolvida com 10% do que se gasta em armamento. Podemos imaginar como seria, se 30 ou 50% fossem destinados para melhorar a vida das pessoas, em vez de serem aplicados em destruição?
Porque nos acompanha nessa inspiração a força das vozes de tantas gerações anteriores que sofreram as conseqüências das guerras e cujo eco continua se escutando hoje em todos os lugares onde continuam deixando seu fúnebre rastro de mortos, desaparecidos, inválidos, refugiados e deslocados.
Porque um “mundo sem guerras” é uma proposta que abre o futuro e deseja se concretizar em cada canto do planeta, onde o diálogo vá substituindo a violência.É chegado o momento de fazer ouvir a voz dos sem-voz! Milhões de seres humanos pedem por necessidade que se acabe com as guerras e a violência.
Quando?
Começará na Nova Zelândia, no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como “Dia Internacional da Não-Violência”. Terminará na Cordilheira dos Andes (Punta de Vacas, Aconcágua, Argentina), em 2 de janeiro de 2010.
Durará 90 dias, três longos meses de viagem. Passará por todos os climas e estações, desde o verão tórrido de zonas tropicais e desertos, até o inverno siberiano.
Quem participa?
A marcha é uma iniciativa do “Mundo sem Guerras”, uma organização internacional que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência.
No entanto, a Marcha Mundial será construída por todos. Está aberta à participação de toda pessoa, organização, coletivo, grupo, partido político, empresa, etc., que compartilhe a sensibilidade deste projeto. Portanto, não se trata de algo fechado, e sim de um percurso que irá se enriquecendo graças às atividades que se coloquem em marcha conforme as diversas iniciativas.
Por isso, convidamos para a participação ativa: que cada um contribua com sua criatividade, à medida que a Marcha passe por cada lugar, em uma convergência de múltiplas atividades com capacidade para tudo aquilo que a imaginação seja capaz de conceber.
Os canais de participação são múltiplos, destacando a participação virtual na MM, através da Internet.
É uma marcha das pessoas e para as pessoas, que pretende chegar à maioria da população mundial. Por isso, convocam-se todos os meios de comunicação para que difundam esta volta ao mundo pela Paz e pela Não-Violência.
O que será feito?
Em sua passagem pelas cidades, serão realizados todos os tipos de fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc.) que irão sendo organizados à medida que surjam iniciativas em cada lugar.
No momento, já contamos com centenas de projetos que pessoas e organizações colocaram em marcha.
Para quê?
Para denunciar a perigosa situação mundial que está nos levando à guerra com armamento nuclear - um beco sem saída e a maior catástrofe humana da história.
Para dar voz à maioria dos cidadãos do mundo que não estão a favor das guerras nem da corrida armamentista. Todos nós sofremos as conseqüências da manipulação de uns poucos, porque não nos unimos para dar um sinal. É chegada a hora de que cada um demonstre sua postura, seu rechaço. Une teu sinal ao de muitos outros e tua voz terá que ser escutada!
Para conseguir:
utilizar as guerras como meio para resolver conflitos.
Para evidenciar outras diversas formas de violência (econômica, racial, sexual, religiosa), escondidas ou disfarçadas pelos que as provocam e para proporcionar àqueles que a sofrem uma maneira de se fazer escutar.
Para, da mesma maneira que aconteceu com a ecologia, criar uma consciência global da necessidade de uma verdadeira Paz e de repúdio a todo tipo de violência.
PF DIVULGUEM ESTA INFORMAÇÃO PELOS VOSSOS CONTACTOS.
Obrigado a todos.
Retirado de:
http://www.marchamundial.org/